Descrição
Após a inauguração do museu de uma universidade brasileira, o principal item de sua coleção desaparece: ovos raros de dinossauro. Isso leva dois detetives federais a uma cidade do interior. Mas o que parecia um crime banal, toma rumos inesperados quando uma das principais suspeitas desaparece. Teria ela fugido, sido sequestrada ou morta? A autora, em seu romance de estreia, nos traz uma trama instigante, com um suspense que prende a atenção sem deixar de tocar em temas atuais e significativos, como o tráfico de bens naturais e culturais. Afinal, o que parece sem importância a olhos leigos, pode valer milhões para colecionadores ambiciosos!



Tauan Garcia Gomes –
Excelente.
Uma leitura refrescante! Narrativa fluida, enredo cativante, plot twist e tudo!
Agata –
Leitura maravilhosa!
Prendeu a atenção do começo ao fim! Personagens, escrita, tudo muto bom!
Thais Nicoletto –
Amei a leitura! Mesmo sem ter o hábito de ler me prendeu a atenção do começo ao fim! Recomendo demais.
Isabel Rocha –
Título perfeito, tema policial, envolvendo professores e alunos. A capa em tons sombrios avisa o mistério e suspense. Os dinossauros remetem à nossa memória afetiva de infância, por isso nos cativam quando ressurgem recriados em aventuras fantásticas de um mundo remoto!
Mas aqui, rapidamente mergulhamos no mundo real aqui e agora, numa trama da modernidade, onde o tema da preservação de bens ambientais e culturais traz suspeitas de cartéis, lavagem de dinheiro e ações ilegais no improvável ambiente seguro e pacato de uma universidade.
A autora transita com segurança nos ambientes de laboratórios, museus, domina informações e curiosidades históricas sobre mercado das antiguidades, das artes, dos leilões. E ela nos conduz ali mediante diálogos instigantes que dão leveza e velocidade à trama, com ajuda de personagens curiosas.
Como por exemplo o prefeito, desinteressado de dinossauros: …” Fuçar a terra por causa de bicharada morta…Para mim, osso de burro, de boi, de jacaré, dinossauro, é tudo igual, Dinheiro gordo vem é da carne… E é essa que enche barriga”
A interação dos policiais investigadores nos envolve, eles meio que são porta vozes de nossas perplexidades, tentando desvendar pontos obscuros. Seguimos a dupla em seus raciocínios, com diálogos às vezes hilários:
“- Senhora, por favor, não vamos entrar por esse caminho. Nós só estamos aqui para levantar detalhes que nos ajudem a rastrear quem possa ter mexido nos ovos do professor Pedro.
– Ora, e o outro ainda tenta sair com uma piada de mau gosto?”
E os capítulos seguem entre pistas e sustos (como o sumiço da professora), semeando palpites erráticos um a um desfeitos… o leitor vê desmentida sua ingenuidade, (ah, não pense que isso era tão óbvio…). E o suspense mantém-se até o final.